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Advogado do Consumidor

Advogado de direito do consumidor · Cobrança indevida · Negativação indevida

Defesa nas relações de consumo: cobranças indevidas, cláusulas abusivas, negativação irregular e falhas na prestação de serviços.

O advogado do consumidor defende quem compra produtos ou contrata serviços. Cobranças indevidas, produtos com defeito, cláusulas abusivas e a inclusão indevida do nome em cadastros de inadimplentes (negativação) são problemas frequentes que o consumidor não precisa aceitar.

Quando há abuso ou falha da empresa, é possível exigir a correção, a devolução de valores e, em diversos casos, indenização por danos morais e materiais. Avaliamos a situação e buscamos a solução mais rápida, seja administrativa ou judicial.

Como atuamos

O que faz o advogado do consumidor

Se você procura advogado de direito do consumidor ou precisa de ajuda com cobrança indevida, negativação indevida, nome sujo, conte com a equipe da Maia Sociedade de Advocacia. Atendemos em Recife/PE e em todo o Brasil, de forma online e presencial.

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Perguntas frequentes

Dúvidas sobre o advogado do consumidor

O que faz um advogado do consumidor?
Ele atua sempre que uma empresa desrespeita o direito de quem comprou um produto ou contratou um serviço. Isso inclui cobranças indevidas, negativação irregular do nome, produtos com defeito, propaganda enganosa, cláusulas abusivas e serviços que não foram entregues como prometido. Costuma buscar primeiro a via mais rápida, orientando a reclamação no SAC, no consumidor.gov.br ou no Procon, e parte para a Justiça quando a empresa não resolve. Além de exigir a correção do problema, pede a devolução dos valores e a indenização pelos prejuízos, inclusive danos morais quando cabíveis. É quem coloca o consumidor em pé de igualdade com a empresa.
Fui negativado indevidamente. O que posso fazer?
Se a dívida não existe, já foi paga ou nunca foi sua, a inclusão do seu nome nos cadastros de inadimplentes (SPC, Serasa) é irregular. Nesses casos, é possível exigir a retirada imediata do nome e, conforme a situação, uma indenização por danos morais pelo abalo ao seu crédito. É comum também haver negativação sem o aviso prévio que a lei exige, o que reforça o direito à reparação. O primeiro passo é reunir comprovantes (extratos, recibos de pagamento e prints da negativação) para demonstrar que a cobrança é indevida. A partir daí, atuamos pela limpeza do nome e pela indenização cabível.
Recebi um produto com defeito ou não recebi o que paguei. Tenho direito a devolução?
Sim. Conforme o caso, o Código de Defesa do Consumidor garante a troca do produto, o conserto no prazo legal ou a devolução do dinheiro e, havendo prejuízo, também indenização. Existem prazos diferentes para reclamar de defeitos em produtos duráveis (eletrônicos, móveis) e não duráveis (alimentos), por isso convém agir logo. Quando você paga e não recebe, ou recebe algo diferente do anunciado, a empresa é responsável por resolver. Guarde notas, mensagens e o anúncio original, pois isso facilita muito a solução. Se a empresa não resolver de forma administrativa, é possível exigir seus direitos na Justiça.
Cobranças indevidas dão direito a receber em dobro?
Em muitos casos, sim. Quando você paga um valor cobrado indevidamente, a lei prevê a devolução em dobro do que foi pago a mais, salvo situações específicas. Isso costuma valer para cobranças duplicadas, tarifas indevidas e serviços que você não contratou. Para ter direito, normalmente é preciso demonstrar que houve o pagamento e que a cobrança não tinha base. Analisamos o seu caso para confirmar se a devolução em dobro se aplica e qual o valor a recuperar.
Preciso reclamar na empresa antes de processar?
Não é obrigatório reclamar antes na empresa, mas costuma ajudar: muitas vezes o problema se resolve pelo SAC, por plataformas como o consumidor.gov.br ou pelo Procon, de forma mais rápida. Guardar o número de protocolo dessas tentativas fortalece o seu caso, porque mostra a sua boa-fé e a falha da empresa em resolver. Se mesmo assim não houver solução, podemos atuar diretamente na via judicial. A escolha entre a via administrativa e a judicial depende da urgência e do tipo de problema. Avaliamos o seu caso para indicar o caminho mais eficiente.